Terça-feira, 13 de Julho de 2010

silêncio

 

 

 

 

 

 

Há uma altura em que deixamos de ser poetas. Não por falta de inspiração ou preguiça, mas por haver palavras a mais a serem escritas e pouco espaço livre no universo no meio de tanto desespero por algo profundo. Todos passamos por lá, uns mais tarde que outros: a altura de dar sentido ao percurso. E se o percurso não tem sentido, inventa-se! Há uma altura em que todos querem ser poetas, há uma altura em que temos que deixar o barulho serenar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Tiago Bettencourt às 02:25
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17 comentários:
De Mauro a 14 de Julho de 2010 às 01:36
Mas não parar porque o sentido descobre-se a trás da curva que ai vem, no caminho a percorrer. Continua porque não vais só e isso faz sentido.

Abraço
De Tiago M. a 15 de Julho de 2010 às 15:07
Acontece-me tantas vezes. Que o silêncio se prolongue, não tenho pressa.
De Joana Gomes a 16 de Julho de 2010 às 20:31
Nem todos têm o dom de ser poetas, nem todos têm o dom de dar às palavras significados mais fortes.
Nunca quem tem esse dom deixa de o ter, é algo que nasce connosco e que, se o temos, das mais naturais formas, mesmo sem reparar, iremos exprimir!
O Universo é gigantesco, e o que não falta nele é espaço para palavras, principalmente palavras com cor, como as tuas!...
De Alex a 19 de Julho de 2010 às 03:01
Amigo,

sou também de Cascais, mas vi-vos recentemente no TEMPO em Portimão. Quero dizer-te uma coisa: os poetas (e todos os artistas que por cá andam) têm por obrigação fazer a sua poesia (ou outra qualquer arte) para que os outros menos dotados tenham acesso a essa inspiração. Nem todos estão ao alcance de a criar, por isso, tu que tens o dom, és dos tais que tens essa obrigação. A de criar e iluminar caminhos de quem tem menos luz. Pelo bem dos outros, não tens o "direito" de parar e estar calado.

Acho que estás a percorrer um fantástico caminho e a fazer um trabalho fenomenal.

Quero só deixar um reparo em relação a um comentário que li, onde alguém diz que destronaste o Jorge Palma... Estas coisas não se dizem. Ninguém destrona o Jorge Palma! Concordas comigo concerteza, o Jorge é grande, muito grande.

Tudo de bom na tua carreira e na tua vida!
De Ana Raquel Santos a 19 de Julho de 2010 às 11:15
Exmo. Sr. Tiago Bettencourt, eu sou coordenadora de um grupo de jovens do concelho de Loures que está a tentar organizar um Festival da Juventude pela primeira vez no concelho. Gostaríamos de contar com a sua presença. Contudo não conseguimos encontrar o seu contacto de forma nenhuma. Se nos podesse dar uma ajuda seria fantástico. O facto é que não colocarei os meus contactos neste comentario pois seria publico, em vez disso, e caso esteja interessado em estabelecer contacto connosco poderá contactar-nos através do e-mail semstress12@hotmail.com. Com os melhores cumprimentos, Ana Santos.
De Carla a 19 de Julho de 2010 às 23:13
Ana,

tente:

Paulo Ventura (manager)

+ 351 91 788 37 61
ou
metronomo@metronomo.net


Estes contactos estão no myspace.
De Inês a 20 de Julho de 2010 às 19:08
E quando nenhumas palavras não são pequenas nem grandes o suficiente para preencherem o vazio secreto que se tem dentro? Nem espaço, nem tempo resolve. E o universo não espera.
Génios de palavras como tu têm de ter tempo e espaço para descansar o cérebro e cada dia RE-começar melhor.
Deixe o barulho cerebral e cardíaco serenar...
De Rita Martinho a 23 de Julho de 2010 às 23:27
"obrigadinho a todos pelos votos de bom ano. Fica o meu perdão por continuar a prometer e a quebrar a mesma promessa de tratar bem deste blog... embora ache que a falta de método na minha assiduidade lhe dê um certo charme..."

Vá lá, só um bocadinho mais de assiduidade... aposto que te dá mais charme!
De Mafalda a 25 de Julho de 2010 às 00:45
Sou só uma miúda qualquer que durante umas semanas ouviu as tuas músicas diariamente. Não me fartei de nenhuma delas.
Espero que esta altura se vá rapidamente e que o barulho serene tal como tu gostarias. As tuas letras assim como os textos que escreves são excepcionais. Continua o bom trabalho.
De Edna Trancoso a 30 de Julho de 2010 às 20:47
Que bom que é o silêncio!
De Carla Reis Póvoa a 7 de Agosto de 2010 às 13:59
Há uma altura em que o silêncio é o maior poema de todos… E há uma altura em que não somos nada senão profundidade e a clareza dói… E há um momento em que olhar a minha transparência deixa de doer e faz-me sorrir… E a sensação de que foi ali que comecei a viver…Não sei se somos todos assim… Eu fui.
Um miminho :
http://www.youtube.com/watch?v=RBLioT0BkrY

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