Domingo, 1 de Março de 2009

...um poema urbano

 

 

 

 

 

a vontade de te domar
na fragilidade do mundo
na altura das cidades
na sombra dos cartazes
entre as luzes da fugida
e das regras que se esventram
Na viagem ao ouvido
na sedução do escuro
Na consciência da descida
a ambição da inocência
e a desconstrução do muro


Queria saber amarrar-te
Junto ao peito do segredo
E gritar-te sobre a torre
para saltarmos para a frente
para provarmos do que somos
na resposta do principio
na espiral da realidade
na frieza da verdade
Quero te encontrar
E olhar-te bem de perto
desdobrar-te e perceber
  confiar e aprender
quero te navegar
para a paz de outra margem

 

 

 

 

 

 


  Buda/Peste

 

 

publicado por Tiago Bettencourt às 18:31
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